A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende que o Brasil deve acelerar a negociação de um acordo de livre-comércio mais abrangente com México, apontado como mercado prioritário na estratégia de diversificação de exportações. A preocupação aumentou porque o governo mexicano estuda elevar tarifas de importação para centenas de produtos, medida que pode atingir fortemente as exportações brasileiras de manufaturados como veículos, plásticos, máquinas, metalurgia e químicos.
Os acordos atualmente vigentes entre os dois países cobrem de forma limitada apenas alguns setores, por exemplo, o ACE 55 protege exclusivamente o comércio de automóveis, deixando mais de 70% do comércio bilateral fora do regime preferencial. A CNI alerta que, sem uma atualização que amplie o escopo dos acordos, produtos brasileiros podem perder competitividade no mercado mexicano, o que reforça a urgência em expandir e modernizar o pacto comercial bilateral.
Fonte: Comex do Brasil







